Pro bem da verdade.
sábado, 6 de agosto de 2011
Não custa nada ser transparente (será????).
Amados, sou extremamente contra a difamação, ou mesmo comentário sem testemunho ocular, mas nesse caso, concordo que falta, merece e deva ter um pouco mais de transparência.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
O QUE DE FATO IMPORTA NA OFERTA
Texto: Genesis 4.1-7
INTRODUÇÃO: Todos nós temos a oportunidade de ofertar, louvar e adorar ao Senhor, mas, poucos se propõem a isso, e daqueles que se propõem há ainda a maneira como fazem, o que qualifica aquilo que trazemos a presença do Senhor, causando nele um sentimento de satisfação ou de desagrado. Vamos apreender com esse relato bíblico que a oferta que Deus aceita é aquele que brota de um coração fiel ao Senhor, que o ama com todo seu coração. E que aquela que Deus rejeita é porque esta motivada por questões escusas e características que desagradam a Deus.
1- COMO NOSSO COTIDIANO INFLUÊNCIA NOSSA FORMA DE AGIR – Caim, lavrador, trouxe sua oferta do fruto da terra, a plantação e colheita era parte do trabalho de Caim, era como ele gastava seus dias, a maior parte do tempo de sua vida. A ansiedade, a incapacidade de conviver com a espera, algo peculiar ao seu ofício, talvez fosse um dos males por qual sofria aquele homem. Esperar o tempo certo de plantar, obedecer á risca os critérios para uma boa germinação da semente, os cuidados para com o inicio do crescimento de cada vegetal, e ainda o trabalho para preservação da saúde do fruto, percebemos que todos os estágios do TRABALHO de Caim exigiam o Maximo dele. Abel por sua vez estava acostumado, por causa da sua profissão, com a RENOVAÇÃO da esperança. Os bezerros que nasciam traziam um sentimento de vida, do milagre da vida, diferente, de Caim, Abel experimentara isso a todo tempo, a multiplicação do gado, o carinho de mãe para com seus bezerros faziam com que Abel experimentasse algo mais sentimental, mais profundo e menos exaustivo. Assim nossa forma de agir e reagir, geralmente esta associada ao que experimentamos no nosso dia-a-dia. O stress do TRABALHO afeta diretamente nossa forma de agir de reagir, afeta nossos relacionamentos. Fazem-nos ter atitudes que não condizem com o que queríamos fazer ou falar, o que não nos impede de sofrer as conseqüências de atitudes impensadas. Aos poucos somos transformados nos tornando arvores contaminadas e incapazes de produzir bons frutos (ofertas) para o Senhor, e só percebemos quando somos objetos do desagrado de Deus.
2- OS FRUTOS DE CAIM E ABEL – Para nós humanos é normal fazermos julgamento de valores, mesmo sabendo que esta é uma atitude farisaica, mesmo sabendo que só Deus pode julgar, tanto a oferta como o ofertante, insistimos em qualificar segundo nossos conceitos a melhor ou pior oferta. Mas na verdade quando olhamos pra esse momento na história desses homens não conseguimos distinguir qual a melhor oferta. Ficamos na expectativa de que o texto nos revele por qual motivo Deus não se agradou da oferta de Caim, mas se agradou da oferta de Abel. Verificamos que o Fruto mal procede de uma arvore má, e Deus não aceitaria como não aceitou o Fruto (oferta) de Caim, por quê? Porque Caim era uma ARVORE MÁ, seu coração era mal (1 Jo 3.12), interessante que João no versículo 9 de 1 João Capitulo 3 esteja falando da SEMENTE, da divina semente, mas não era essa semente que fora plantada no coração de Caim. Por causa disso foram rejeitados Caim e sua Oferta (Gn 4.5). Mas de Abel agradou o Senhor e recebeu sua OFERTA. A FÉ de Abel era o elemento que diferenciava tanto ele como sua oferta, a fé qualificava a ambos para que pudessem ser aceitos por Deus, sua OFERTA é o seu FRUTO, o fruto do seu coração, fiel ao Senhor.
3- A CONSEQÜÊNCIA DE SER ACEITO OU REJEITADO – O texto em questão mostra claramente as conseqüências de sermos aceitos ou rejeitados por Deus. Assim que Caim percebe o descontentamento de Deus com ele e sua oferta a ira toma conta de seu coração, por quê? Porque seu coração era mal, incapaz de reconhecer seus erros e imperfeições. “Irou-se, pois, sobremaneira...” ficou percebível a ira de Caim, isso era transmitido através de seus olhos, de sua face, “caiu-lhe o semblante”. Percebemos que o próprio Senhor procura aliviar a tensão, explicando os motivos por qual não havia aceitado sua oferta: “Agiste mal...”, e comunica-lhe a possibilidade de ainda ser aceito, “se procederes bem, não é CERTO que SERÁS aceito?”. Mas sabia o Senhor que a natureza de Caim era má, e disse: “... se procederes mal, o pecado esta a sua porta, o seu desejo será contra ti, mas a ti cabe dominá-lo.” Caim estava impossibilitado de dominar seu desejo, faltava-lhe um elemento essencial chamado SUJEIÇÃO, “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” Tiago 4.7. A reação de Caim condiz com a sua natureza, com sua malignidade, se distanciou ainda mais de Deus sendo o primeiro homicida, de forma arquitetada, premeditada, levou seu irmão a um lugar de morte. Abel, por sua vez, apresentou uma oferta que condizia com seu coração, um coração temente a Deus, fiel e justo. Deus se agradou da oferta de Abel, recebeu-a, e isso o aproximou de seu Senhor. Mesmo sendo morto por seu irmão Abel já havia conquistado sua herança, a o beneficio do Senhor, a amizade do PAI. O Deus de justiça ouviu a voz do sangue de Abel que se fazia ouvir do interior da terra. A voz do sangue dos justos clamava a justiça de Deus. O sangue de Abel clamou por seu Deus, capacidade de quem vive pela fé, depois de morto ainda fala.
Conclusão: Devemos estar atentos aos sentimentos que inundam nosso coração. Devemos estar atentos as mudanças que acontecem no nosso interior. Devemos guardar nosso coração daquilo que pode nos contaminar. Em Cristo somos feitos arvores boas, e podemos dar bons frutos. Podemos ter um coração que agrada ao Senhor. Mas se formos contaminados, certamente Deus nos rejeitara, e rejeitara nossa oferta. Se procedermos mal seremos expulsos da comunhão com Deus e seremos marcados pelas obras que nascem de um coração mal. Se procedermos bem, seremos aceitos por Deus e dele receberemos a herança da Fé.
“Sobre tudo o que deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem às saídas da vida. Desvia de ti a tortuosidade da boca, e alonga de ti a perversidade dos lábios. Os teus olhos olhem direitos, e as tuas pálpebras olhem diretamente diante de ti. Pondera a vereda de teus pés e todos os teus caminhos sejam bem ordenados! Não decline nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal”. Pv 4.23-27.
domingo, 30 de maio de 2010
CARTA A UM CATÓLICO ROMANO - Extraída das «Obras» de John Wesley
Dublin, 18 de Julho de 1749
1. Calculo que tenha ouvido umas boas centenas de histórias, a nosso respeito, dos vulgarmente conhecidos por Protestantes, e se der crédito, ainda que seja a um por cento delas, deverá pensar muito mal de nós. Mas isso é inteiramente contrário ao preceito de Cristo: «Não julgueis, para que não sejais julgados», e pode trazer sérias consequências, especialmente a de nos levar a pensar, igualmente, mal de vós. Disto resulta estarmos, de ambos os lados, com menos vontade de nos ajudarmos, uns aos outros, e mais prontos a ferir-nos mutuamente. Em consequência disto, o amor fraternal fica completamente destru-ído; e, em ambos os lados, ao considerar o lado oposto como monstros, surgem zangas, ódios e malquerenças, após cada discussão pouco afectuosa, seguida, frequentemente, por barbaridades desumanas, como poucas vezes se notam entre pagãos.
2. Mas não poderá ser feito algo, mesmo concedendo, a cada um, o direito de reter as suas próprias opiniões, para suavizar os nossos corações, uns para com os outros, para pormos uma barreira a esta corrente de indelicadezas, e readquirirmos, pelo menos, um porco de consideração entre vizinhos e patrícios? Não será este o desejo do meu amigo? Não está plenamente convencido de que malquerença, ódio, vingança, amargura, quer em nós, quer em vós, nos nossos corações, ou nos vossos, são uma abominação para o Senhor? Sejam as nossas opiniões boas, ou más, estes azedumes são inegavelmente maus. São a estrada larga que conduz à destruição, ao ínfimo Inferno.
3. Não creio que todo o azedume esteja do vosso lado. Sei que o há demasiado, também, do nosso - tanto, que receio que muitos Protestantes (chamemos-lhes assim) se zangarão também comigo, por lhe estar a escrever desta maneira, e dirão: “Está a tratá-lo com muita deferência; não merece um tal tratamento, da nossa parte”.
4. Por mim, acho que merece. Creio que merece a mais delicada atenção que eu possa mostrar, ainda que não seja, senão, porque o mesmo deus nos ergueu, a ambos, do pó da terra, e nos tornou capazes de O amarmos e apreciarmos, por toda a eternidade; mesmo que não fosse, senão, porque o Filho de Deus nos comprou, a si, a mim, com o Seu precio-so sangue. Quanto mais sendo uma pessoa temente a Deus (como, sem dúvida, muitos de vós sois) e esforçando-se por ter uma consciência livre de ofensa, para com Deus e para com o semelhante!
5. Tentarei, portanto, tão branda e inofensivamente quanto poder, remexer, de algum modo, o terreno da vossa antipatia, expondo, com simplicidade, qual é a nossa crença, e o que praticamos, de modo a que possais ver que não somos os tais monstros que, porventura, imaginais que somos.
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Um Protestante, que o seja de facto, pode expressar a sua crença, por estas ou outras palavras semelhantes:
6. Como estou convicto de que há um Ser infinito e independente, e que é impos-sível que haja mais do que um, assim eu creio que, este único Deus, é o Criador de todas as coisas, especialmente de anjos e homens; que Ele é, de uma maneira extraordinária, o Pai daqueles que Ele regenera pelo Seu Espírito, a quem Ele adopta, em Seu Filho, como co-herdeiros com Ele, e coroa com uma herança eterna; e, num sentido ainda mais elevado, o Pai do Seu único Filho, gerado desde a eternidade.
Creio que, este Pai de todos, tem, não só o poder de fazer tudo o quanto Lhe a-prouver, e de possuir e dispor de tudo aquilo que por Ele foi feito, e que Ele, na Sua infinita bondade, criou os Céus e a Terra, e tudo o que neles existe.
7. Creio que Jesus de Nazaré foi o Salvador do mundo, o Messias há muito profe-tizado; que, ungido com o Espírito Santo, foi um Profeta, revelando-nos toda a vontade de Deus; que foi um Sacerdote, que se ofereceu, a Si mesmo, em sacrifício pelo pecado, e que ainda intercede pelos transgressores; que Ele é um Rei, que tem todo o poder no Céu e na Terra, e reinará até ter subjugado a Si todas as coisas.
Creio que Ele é o próprio, o verdadeiro Filho de Deus, Deus de Deus, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, e que Ele é o Senhor de tudo, com poder absoluto, supremo e universal, sobre todas as coisas; mas que Ele é, mais especialmente, o Senhor daqueles que n’Ele crêem, tanto por conquista, como por resgate, e obrigação voluntária.
Creio que Ele foi feito homem, ligando a natureza humana à divina, numa Única Pessoa; tendo sido concebido pela extraordinária actuação do Espírito Santo, e nascido da abençoada Virgem Maria, que, tanto antes, como depois de O ter concebido, continuou virgem pura e imaculada.
Creio que Ele sofreu dores inexplicáveis, tanto do corpo como do espírito, e , por fim, a morte, até a morte da cruz, quando Pôncio Pilatos foi governador da Judeia, sob o Imperador Romano; que o Seu corpo foi sepultado, e que a Sua alma foi elevada até ao lugar dos espíritos separados; que, ao terceiro dia, ressuscitou dos mortos; que subiu ao Céu, onde está no meio do trono de Deus, no mais elevado poder e glória, como Mediador, até à consumação do mundo, como Deus, por toda a eternidade; que, no fim, Ele descerá do Céu, para julgar a cada um, segundo as suas obras, tanto aqueles que então estiverem vivos, como os que tiverem morrido antes daquele dia.
8. Creio que o infinito e eterno Espírito de Deus, igual com o Pai e o Filho, é não só perfeitamente santo, em Si mesmo, mas a causa imediata de toda a santidade em nós; iluminando o nosso entendimento, corrigindo nossas vontades e afectos, renovando as nos-sas naturezas, unindo as nossas pessoas a Cristo, assegurando-nos da adopção de filhos, guiando-nos nas nossas acções, purificando e santificando as nossas almas e corpos, para um completo e eterno gozo de Deus.
9. Creio que Cristo, pelos Seus Apóstolos, reuniu para Si uma Igreja, à qual Ele tem continuamente acrescentado todos aqueles que serão salvos; que esta Igreja católica (isto é, universal), extensiva a todas as nações e épocas, é santa, em todos os seus mem-bros, que têm comunhão com Deus o Pai, Filho e Espírito Santo; que eles têm comunhão com os santos anjos, os quais, constantemente, auxiliam os herdeiros da Salvação; e com todos os membros vivos de Cristo, na terra, bem como todos os que partiram na sua Fé e temor.
10. Creio que Deus perdoa todos os pecados dos que verdadeiramente se arrependem e crêem no Seu Santo Evangelho; e que, no último dia, todos ressuscitarão, cada um com o seu próprio corpo.
Creio que, assim, como o ímpio será para sempre atormentado no Inferno, depois da ressurreição, assim, o justo gozará felicidade inimaginável, na presença de Deus, por toda a eternidade.
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11. Então, acha que há alguma coisa errada nisto? Haverá algum ponto que vós não possais acreditar, tão bem como nós?
Mas vós pensais que nós deveríamos crer ainda em mais. Não entremos, por ago-ra, nessa controvérsia. Permita-me, apenas, que lhe faça uma pergunta: “Se alguém sinceramente acredita, apenas, e vive de harmonia, com isto, será possível qualquer pessoa per-suadi-lo a pensar que esse tal ficará perdido eternamente?”
12. «Mas vive de harmonia com a sua crença?» se não vive, concedemos que toda a sua fé não o salvará. E isto leva-me a mostrar-lhe, em breves e singelas palavras, qual deve ser a regra de vida de um verdadeiro Protestante.
Note que eu refiro-me a um verdadeiro Protestante, porque eu ponho de parte todos os perjuros, os ébrios, os que não guardam o dia de descanso; todos os devassos, mentirosos, enganadores, opressores; numa palavra, todos aqueles que vivem em pecado. Os tais, não são Protestantes; não são, absolutamente, nada cristãos. Dê-se-lhes o verdadeiro nome; são puros ateus. São a praga da nação, o veneno da sociedade, a vergonha da huma-nidade, a escumalha da terra.
13. Um verdadeiro Protestante crê em Deus, tem plena confiança na Sua misericórdia, teme-O com um amor filial, e ama-O com toda a sua alma.
Adora a Deus em espírito e verdade, em tudo que Lhe dá graças; implora-O com o seu coração, bem como com os lábios, em todos os tempos e lugares; honra o Seu santo nome e a sua Palavra, e serve-O, verdadeiramente, todos os dias as sua vida.
Diga-me, não acha que pode estar de acordo com isto? Haverá algum ponto que possa condenar? Não é certo que pratica e aprova tudo isto? Poderá jamais esperar paz verdadeira neste mundo, ou glória no vindouro, se não crer em Deus, por meio de Cristo? Se, de igual modo, não temer e amar a Deus?
Meu querido amigo, peço-lhe que considere, eu não estou a persuadi-lo a abando-nar ou a mudar a sua religião, mas, apenas, a seguir aquele temor e amor de Deus, sem os quais toda a religião é vã. Não lhe digo uma palavra sobre as suas opiniões, ou maneira externa de adoração. Mas digo-lhe que toda a adoração é uma abominação para Deus, a não ser que Ele seja adorado em espírito e em verdade, com o coração, bem como com os lábios, com o espírito e com todo o entendimento. Seja qual for a foram de adoração, que em tudo se Lhe rendam graças; de contrário, será tudo em vão. Use as observâncias externas que melhor entender, mas ponha n’Ele a sua confiança completa, e honre o Seu santo nome, e a Sua Palavra, e sirva-O, fielmente, todos os dias da sua vida.
14. Ainda mais: um verdadeiro Protestante ama o seu próximo - isto é, toda a gen-te, amigo ou inimigo, bom ou mau - como a si mesmo, como ele ama a sua própria alma, assim como Cristo deu a Sua vida por nós, assim ele está pronto a dar a sua vida pelos seus irmãos. Ele revela este amor, fazendo aos outros, em tudo, como desejaria que lhe fizessem a ele. Ama, honra e obedece a seu pai e mãe, e ajuda-os, com o melhor do seu esforço. Honra e obedece ao Chefe da nação, e a todos em autoridade. De boa vontade se submete a todos os seus superiores, professores, pastores espirituais e mestres.
Porta-se com humildade e reverência, perante os seus superiores. Não fere ninguém por palavra, ou acto. É verdadeiro e justo, em todas as suas transacções. Não abriga maldade, ou ódio, no seu coração. Abstém-se de falar mal, mentir e difamar; nem, tão pou-co, a fraude passa pela sua boca. Sabendo que o seu corpo é o templo do Espírito Santo, conserva-o na sobriedade, temperança e castidade. Não cobiça os bens dos outros, mas contenta-se com o que tem, trabalha par obter o seu sustento, e fazer toda a vontade de Deus, na posição de vida na qual Deus o colocou.
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15. Vê alguma coisa digna de reprovação em tudo isto? Não está, nestes pontos, na mesma posição? Se não está (diga a verdade), não se julga condenado, tanto por Deus, como pela sua própria consciência? Poderá deixar de cumprir qualquer dos pontos men-cionados, sem deixar de ser Cristão?
Vamos, meu irmão! raciocinemos, agora, juntos. Acha bem, se apenas ama o seu amigo, e odeia o seu inimigo? Não é isso que fazem os ateus e publicanos? É chamado a amar os seus inimigos, a abençoar os que o amaldiçoam, a orar pelos que o desprezam e perseguem. Não estará desobedecendo a esta divina vocação? Será o seu amor terno para com todos - não apenas os bons, mas, também, os maus e os ingratos - digno de ser aprovado como filho do Pai celestial? De contrário, seja o que for que creia, ou que pratique, o seu pai é o diabo.
Está pronto a dar a sua vida pelos seus irmãos? E fazer, aos outros, o que gostaria que os outros lhe fizessem? Se não, não engane a sua própria alma, pois pode considerar-se ainda um ateu. Ama, honra e obedece a seus pais, e ajuda-os com o melhor do seu esforço? Honra e obedece aos que estão em autoridade, aos seus superiores, pastores espirituais e mestres? Porta-se com humildade e reverência, perante todos os seus superiores? Não magoa ninguém por palavras, ou actos? É verdadeiro e justo, em todos os seus negócios? Tem cuidado em pagar tudo o que deve? Não acalenta malícia, inveja, vingança, ódio, ou má vontade para com ninguém? Se acalenta, é claro que não é de Deus, porque todos estes são atributos do diabo.
Fala a verdade, do íntimo do seu coração, para com todos, com ternura e amor? Pode julgar-se um verdadeiro «Israelita, em quem não há dolo»? Conserva o seu corpo em sobriedade, temperança, e castidade, sabendo ser ele o templo de Deus, será por Deus des-truído? Já aprendeu, em qualquer posição em que se encontre, a contentar-se com o que tem? Trabalha para ganhar o seu sustento, aborrecendo a ociosidade, como aborrece o fogo do Inferno? O diabo tenta os homens, mas um ocioso tenta o diabo.
O cérebro de um ocioso é a oficina do diabo, onde ele continuamente maquina maldade. Não é indolente nas suas actividades? O que quer que tenha a fazer, fá-lo com todo o seu vigor? E faz tudo como para o Senhor, como um sacrifício a Deus, aceitável em Jesus Cristo?
Esta, e só esta, é a velha religião. Este é o verdadeiro, o Cristianismo primitivo. Ah, quando se espalhará ele por toda a Terra? Quando será plenamente achado, tanto em nós como em vós? Sem esperar pelos outros, que cada um de nós, pela graça de Deus, se corrija.
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16. Não estamos de acordo até aqui? Demos graças a Deus, por isso, e recebemo-lo como um novo sinal do Seu Amor. Mas se Deus ainda nos ama, devemos nós, também, amarmo-nos uns aos outros. Devemos, pondo de parte esta infindável altercação sobre opi-niões, incentivar o amor, uns pelos outros, e praticar boas obras. Ponhamos de lado os pon-tos onde diferimos. Temos aqui bastantes em que estamos de acordo, suficientes para serem o alicerce de cada carácter cristão, e de cada acção cristã.
Irmãos, não vamos ficar pelo caminho! Espero encontrar-vos no Céu. E se eu po-nho em prática a religião acima descrita, estou certo de que não tereis coragem de dizer que eu vou para o Inferno. Não poseis pensar uma tal coisa. Ninguém vos poderá persuadir a isso. Mesmo a vossa consciência vos diz o contrário. Portanto, se não podemos, por en-quanto, pensar, sobre todas as coisas, da mesma maneira, podemos, pelo menos, amarmo-nos mutuamente. Nisto não podemos estar em erro. Há um ponto em que ninguém pode duvidar, nem um só momento, e que é este: «Deus é amor; e, quem está em amor, está em Deus, e Deus nele».
17. No nome, pois, e no poder de Deus, decidamos, primeiro, não nos ferirmos uns aos outros; não fazemos nada desagradável, ou pouco amistoso, uns aos outros, nada que não gostaríamos fosse feito a nós próprios. Pelo contrário, esforcemo-nos por, a cada oportunidade, mostrarmos amabilidade, amizade, e um comportamento cristão, uns para com os outros.
Decidamos, em segundo lugar, assim Deus nos ajude, não falarmos áspero nem desagradavelmente, uns dos outros. A maneira segura de evitarmos isto é dizermos o bem que podermos, de uns aos outros; nas nossas conversas, quer com ou a respeito dos outros, empregar somente linguagem amável, falar com toda a mansidão e ternura, com a expres-são mais simpática, sem falsear a verdade e a sinceridade.
Decidamos, em terceiro lugar, não abrigarmos qualquer pensamento menos amá-vel, ou de inimizade, a respeito uns dos outros. Apliquemos o machado à raiz da árvore, examinemos tudo o que nos surja nos nossos corações, e não toleremos qualquer inclinação contrária a um afecto de ternura. Deste modo, facilmente nos retrairemos de acções e palavras pouco amáveis, uma vez que a própria raiz do azedume seja cortada.
Decidamos, em quarto lugar, esforçarmo-nos por nos auxiliarmos, mutuamente, naquilo em que estamos de acordo que conduz ao Reino de Deus. Até onde for possível, regozijemo-nos, sempre que pudermos, em unir as nossas mãos, no serviço de Deus. Aci-ma de tudo, que cada um tome cautela consigo mesmo (visto que cada um tem de dar con-tas de si a Deus), para não falhar na religião do amor, para que não seja condenado naquilo que por si próprio aprova. Oh, que o meu amigo, e eu (façam os outros o que fizerem), «prossigamos para o alvo, pelo prémio da soberana vocação de Deus»! para que, «justificados pela Fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo», por cujo intermé-dio recebemos a Redenção; para que «o amor de Deus possa ser derramado, em nossos corações, pelo Espírito Santo que nos foi dado». «Tendo por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, nosso Senhor», prontos por Ele «a sofrer a perda de todas as coisas, considerando-as como esterco, para que possamos ganhar a Cris-to». (Filipenses 3: 8). Creia-me,
Seu dedicado no amor de Cristo,
John Wesley
(Trad. de Luís Henriques da Silva)
quinta-feira, 6 de maio de 2010
PADRE LARGA A BATINA "CULTO A IMAGEM É IDOLATRIA"
A comunidade católica da cidade de Sousa foi surpreendida com a notícia, divulgada pela imprensa falada e escrita, dando conta de que um padre da Igreja Católica Apostólica Romana teria "largado a batina" para se tornar evangélico.
Trata-se do agora ex-padre Lourival Luiz de Sousa, religioso residente no Núcleo II, ordenado na Igreja Católica como Padre desde o dia 18 de Junho de 2000, o qual ao longo dos últimos 10 anos exercei o sacerdócio como pároco nas cidades de Aguiar(PB), Igaraci(PB), Diamante(PB), Boa Ventura(PB), Curral Velho(PB) e Belém do Brejo do Cruz(PB), além de visitas em igrejas de outras cidades sertanejas, e ainda, auxiliar nas paróquias dos municipios de Sousa e de Cajazeiras.
Justificando a decisão, consta que o ex-padre Lourival Luiz de Sousa estudando a Palavra de Deus - a Bíblia Sagrada - começou a ter uma nova visão religiosa quando ainda exercia o sacerdócio na cidade de Diamante(PB), no ano de 2003, época em que estava ensinando uma doutrina que, segundo ele, contrariava a Bíblia Sagrada e, naquela cidade, começou a ensinar às pessoas que a Bíblia reprova a adoração às imagens de escultura(Sabedoria 15.15-18 - livro apócrifo; Êxodo 20.4,5; Isaías 45.20; Deuteronômio 4.15-19) e que o único Salvador é Jesus Cristo(João 4.23; Atos 4.12; I Timóteo 2.5) e nãos as tradições das igrejas.
O ex-padre Lourival Luiz prosseguiu pregando que a Bíblia é o caminho para conduzir as pessoas a fazerem a vontade de Deus e se aproximarem de Deus(Tiago 4.8), devendo servi-lo de toda alma e de todo o coração(Marcos 12.30-33) e não apenas com obras de caridade, visto que a salvação é obtida pela graça de Deus, por meio da fé, sendo um dom de Deus e não vem das obras(caridades e coisas semelhantes) para que ninguém se glorie(Efésios 2.8,9).
Após, as reiteradas leituras da Bíblia, de forma integral, o ex-padre Lourival passou a sentir forte desejo de ser evangélico e congregar numa igreja onde se adorasse a Deus verdadeiramente, onde os verdadeiros adoradores adoram ao Pai em espírito e em verdade(João 4.23). Baseado em João 8.32(E conhecereis a verdade e a verdade - Jesus - vos libertará) e em João 8.36(Se, pois, o Filho vos libertar verdadeiramente sereis livres).
Há mais de um ano que o ex-padre era ouvinte cativo do Programa A Bíblia no Ar, programa radiofônico da AD-Sousa, levado ao ar pela Rádio Progresso de Sousa - AM 610, das 21h00m as 22h00m, de segunda a sexta-feira, e, no domingo, das 13h00m as 14h00m. O que chamava a atenção dele é que em tais programas nunca se falava contra a Igreja Católica, apenas se pregava a Palavra de Deus, e o genuíno e verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e, aos poucos ele foi entendendo que Deus o queria na Assembleia de Deus, congregando com os irmãos da AD-Sousa.
Na última quarta-feira(28Abril2010), o ex-padre compareceu à Igreja Católica do Núcleo II, localizada no distrito de São Gonçalo, pertencente ao município de Sousa(PB), onde ele celebrava missas, para se despedir das pessoas e dizer revelar em público que não mais seria celebraria missas, nem seria mais sacerdote, pois estaria "assumindo Jesus como único salvador e governador de sua vida".
Na quarta-feira(28Abril2010), às 19h00m, ao chegar na Igreja Católica, que estava lotada de fiéis, ele pediu para abrirem a Bíblia em I Timóteo 2.5, onde diz que "há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" e disse: "Na Primeira Carta de Timóteo, capítulo 2 e versículo 5, está escrito que só há um Mediador entre Deus e os homens - Jesus Cristo, e a partir de hoje eu tomei a decisão de não mais ser católico e nem sacerdote e a partir de hoje eu sou evangélico da Igreja Assembleia de Deus".
Os fiéis ficaram escandalizados sem acreditar nem mesmo entender o que ouviam, uns choravam, outros diziam que o padre estava louco/doido, outros choravam... os parentes, pais e irmãos e irmãs tomaram um choque muito grande e ficaram inconformados, tendo uma sobrinha do mesmo revelado que estava com raiva do mesmo, no que o ex-padre Lourival Luiz declarou que a perdoava, pois "Deus é amor e nele havia agora o verdadeiro amor de Deus em seu coração".
Demonstrando segurança, o ex-padre Lourival Luiz de Sousa disse que nem de longe passou pela cabeça de titubear, embora estivesse vendo muita gente chorando na igreja e muitos escandalizados, mas eles estava convicto da decisão de aceitar a Jesus como Salvador, citando que na Bíblia está escrito que "quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e o quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim"(Mateus 10.37).
Já na sexta-feira(30Abril2010), o agora irmão protestante Lourival Luiz participou de um grande culto na AD-Sousa, onde foi bem acolhido, com a presença do Pastor Alexandre Duarte da Costa, com a igreja superlotada, onde o mesmo adorou a Deus e testemunhou sobre a decisão de aceitar a Jesus, pedindo aos irmãos que orassem por ele, pois tem sido alvo de rejeição e de perseguição na sociedade sousense, sofrendo inclusive forte pressão da Igreja Católica para desistir da decisão de ser crente.
O Pastor Alexandre Duarte da Costa, juntamente com a Assembleia de Deus em Sousa/PB, acolheu muito bem o irmão Lourival e está prestando toda a assistência necessária ao novo irmão na fé, fornecendo apoio espiritual, social e material necessários ao fortalecimento da fé do novo irmão.
A Carta de Renúncia ao Sacerdócio Católico, preparada de próprio punho pelo ex-padre Lourival Luiz de Sousa, foi entregue, na manhã do sábado(01Maio2010), pessoalmente ao Bispo Diocesano D. José González na Diocese da Igreja Católica em Cajazeiras(PB), diocese a qual o ex-padre era subordinado.
Sem retorno
Em entrevista ao jornalista Petson Santos, da Rádio Oeste de Cajazeiras(PB), proprietário do portal Diario do Sertão, o agora ex-Padre Lourival Luiz de Sousa que exercia o sacerdócio católico desde o dia 18 de Junho de 2000, confirmou a saída dos quadros da Igreja Católica Apóstólica Romana, pontuando que sua mudança de religião aconteceu por, principalmente, não aceitar a idolatria de imagens sacras. “Eu deixe a igreja católica, tirei a batina como se diz, e fui ao vivo entregar a carta de renúncia ao bispo Diocesano", pontuou em entrevista, o agora ex-padre.
Questionado pelo repórter sobre a possibilidade de rever a decisão adotada, o ex-padre foi taxativo “Não tem condição de eu voltar porque eu conheço a palavra. Deixe eu dizer uma coisa a você, 90% das pessoas que estão na igreja, porque gostam deste negócio de imagem, gosta de procissão, a gente prega sobre a idolatria e aí as pessoas não aceitam que está na palavra, então este foi um dos grandes motivos da minha saída”.
Fonte: Obeábá do Sertão / Via: Notícias Cristãs
Trata-se do agora ex-padre Lourival Luiz de Sousa, religioso residente no Núcleo II, ordenado na Igreja Católica como Padre desde o dia 18 de Junho de 2000, o qual ao longo dos últimos 10 anos exercei o sacerdócio como pároco nas cidades de Aguiar(PB), Igaraci(PB), Diamante(PB), Boa Ventura(PB), Curral Velho(PB) e Belém do Brejo do Cruz(PB), além de visitas em igrejas de outras cidades sertanejas, e ainda, auxiliar nas paróquias dos municipios de Sousa e de Cajazeiras.
Justificando a decisão, consta que o ex-padre Lourival Luiz de Sousa estudando a Palavra de Deus - a Bíblia Sagrada - começou a ter uma nova visão religiosa quando ainda exercia o sacerdócio na cidade de Diamante(PB), no ano de 2003, época em que estava ensinando uma doutrina que, segundo ele, contrariava a Bíblia Sagrada e, naquela cidade, começou a ensinar às pessoas que a Bíblia reprova a adoração às imagens de escultura(Sabedoria 15.15-18 - livro apócrifo; Êxodo 20.4,5; Isaías 45.20; Deuteronômio 4.15-19) e que o único Salvador é Jesus Cristo(João 4.23; Atos 4.12; I Timóteo 2.5) e nãos as tradições das igrejas.
O ex-padre Lourival Luiz prosseguiu pregando que a Bíblia é o caminho para conduzir as pessoas a fazerem a vontade de Deus e se aproximarem de Deus(Tiago 4.8), devendo servi-lo de toda alma e de todo o coração(Marcos 12.30-33) e não apenas com obras de caridade, visto que a salvação é obtida pela graça de Deus, por meio da fé, sendo um dom de Deus e não vem das obras(caridades e coisas semelhantes) para que ninguém se glorie(Efésios 2.8,9).
Após, as reiteradas leituras da Bíblia, de forma integral, o ex-padre Lourival passou a sentir forte desejo de ser evangélico e congregar numa igreja onde se adorasse a Deus verdadeiramente, onde os verdadeiros adoradores adoram ao Pai em espírito e em verdade(João 4.23). Baseado em João 8.32(E conhecereis a verdade e a verdade - Jesus - vos libertará) e em João 8.36(Se, pois, o Filho vos libertar verdadeiramente sereis livres).
Há mais de um ano que o ex-padre era ouvinte cativo do Programa A Bíblia no Ar, programa radiofônico da AD-Sousa, levado ao ar pela Rádio Progresso de Sousa - AM 610, das 21h00m as 22h00m, de segunda a sexta-feira, e, no domingo, das 13h00m as 14h00m. O que chamava a atenção dele é que em tais programas nunca se falava contra a Igreja Católica, apenas se pregava a Palavra de Deus, e o genuíno e verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e, aos poucos ele foi entendendo que Deus o queria na Assembleia de Deus, congregando com os irmãos da AD-Sousa.
Na última quarta-feira(28Abril2010), o ex-padre compareceu à Igreja Católica do Núcleo II, localizada no distrito de São Gonçalo, pertencente ao município de Sousa(PB), onde ele celebrava missas, para se despedir das pessoas e dizer revelar em público que não mais seria celebraria missas, nem seria mais sacerdote, pois estaria "assumindo Jesus como único salvador e governador de sua vida".
Na quarta-feira(28Abril2010), às 19h00m, ao chegar na Igreja Católica, que estava lotada de fiéis, ele pediu para abrirem a Bíblia em I Timóteo 2.5, onde diz que "há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" e disse: "Na Primeira Carta de Timóteo, capítulo 2 e versículo 5, está escrito que só há um Mediador entre Deus e os homens - Jesus Cristo, e a partir de hoje eu tomei a decisão de não mais ser católico e nem sacerdote e a partir de hoje eu sou evangélico da Igreja Assembleia de Deus".
Os fiéis ficaram escandalizados sem acreditar nem mesmo entender o que ouviam, uns choravam, outros diziam que o padre estava louco/doido, outros choravam... os parentes, pais e irmãos e irmãs tomaram um choque muito grande e ficaram inconformados, tendo uma sobrinha do mesmo revelado que estava com raiva do mesmo, no que o ex-padre Lourival Luiz declarou que a perdoava, pois "Deus é amor e nele havia agora o verdadeiro amor de Deus em seu coração".
Demonstrando segurança, o ex-padre Lourival Luiz de Sousa disse que nem de longe passou pela cabeça de titubear, embora estivesse vendo muita gente chorando na igreja e muitos escandalizados, mas eles estava convicto da decisão de aceitar a Jesus como Salvador, citando que na Bíblia está escrito que "quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e o quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim"(Mateus 10.37).
Já na sexta-feira(30Abril2010), o agora irmão protestante Lourival Luiz participou de um grande culto na AD-Sousa, onde foi bem acolhido, com a presença do Pastor Alexandre Duarte da Costa, com a igreja superlotada, onde o mesmo adorou a Deus e testemunhou sobre a decisão de aceitar a Jesus, pedindo aos irmãos que orassem por ele, pois tem sido alvo de rejeição e de perseguição na sociedade sousense, sofrendo inclusive forte pressão da Igreja Católica para desistir da decisão de ser crente.
O Pastor Alexandre Duarte da Costa, juntamente com a Assembleia de Deus em Sousa/PB, acolheu muito bem o irmão Lourival e está prestando toda a assistência necessária ao novo irmão na fé, fornecendo apoio espiritual, social e material necessários ao fortalecimento da fé do novo irmão.
A Carta de Renúncia ao Sacerdócio Católico, preparada de próprio punho pelo ex-padre Lourival Luiz de Sousa, foi entregue, na manhã do sábado(01Maio2010), pessoalmente ao Bispo Diocesano D. José González na Diocese da Igreja Católica em Cajazeiras(PB), diocese a qual o ex-padre era subordinado.
Sem retorno
Em entrevista ao jornalista Petson Santos, da Rádio Oeste de Cajazeiras(PB), proprietário do portal Diario do Sertão, o agora ex-Padre Lourival Luiz de Sousa que exercia o sacerdócio católico desde o dia 18 de Junho de 2000, confirmou a saída dos quadros da Igreja Católica Apóstólica Romana, pontuando que sua mudança de religião aconteceu por, principalmente, não aceitar a idolatria de imagens sacras. “Eu deixe a igreja católica, tirei a batina como se diz, e fui ao vivo entregar a carta de renúncia ao bispo Diocesano", pontuou em entrevista, o agora ex-padre.
Questionado pelo repórter sobre a possibilidade de rever a decisão adotada, o ex-padre foi taxativo “Não tem condição de eu voltar porque eu conheço a palavra. Deixe eu dizer uma coisa a você, 90% das pessoas que estão na igreja, porque gostam deste negócio de imagem, gosta de procissão, a gente prega sobre a idolatria e aí as pessoas não aceitam que está na palavra, então este foi um dos grandes motivos da minha saída”.
Fonte: Obeábá do Sertão / Via: Notícias Cristãs
sábado, 1 de maio de 2010
O PACTO
Em 1752, um grupo de homens apelidados "metodistas", entre os quais João Wesley, assinou o seguinte P A C T O:
· Fica estabelecido entre nós que não ouviremos, nem procuraremos saber de más informações a respeito uns dos outros;
· Que no caso de ouvirmos algum mal uns dos outros, não seremos afoitos em acreditar;
· Que tão logo for possível, comunicaremos oralmente ou por escrito, à parte acusada aquilo que ouvimos;
· Que enquanto não tivermos feito isso, não comunicaremos a qualquer outra pessoa uma só sílaba do que ouvimos; que nem tampouco o mencionaremos, depois, a outra pessoa qualquer;
· Que não faremos exceção a nenhuma destas regras, a não ser que nos julguemos absolutamente obrigados, em reunião do grupo, a fazê-lo.
Apenas um pouco de ética.
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